Ter que ver minha pele a se abrir
E de dentro, sair o corpo seu
Cheio de cores e notas
Cheio de amor e dor
Triste mesmo foi ver saindo
O que nunca me habitou
Lágrima em forma de sorrir
Você, que virou nuvem, oh amor meu!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
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